sábado, abril 10, 2021

 Ciao!!!




Claro que o Abril Imperdível tinha que ter os lançamentos da Faro Editorial! Tem um pouco de tudo - confiram as novidades! 


Cam Webber tem um grande problema para resolver. Além de ser um ativista ambiental, que  faz campanhas para libertar o tubarão branco do aquário da cidade, salvar o pântano e acabar com o uso dos canudos na escola, ele precisa tomar coragem de chamar Kaia para sair. Na verdade, ele precisa primeiro fazer Kaia terminar com Steve, o namorado babaca dela. Mas surgiu um pequeno detalhe que pode atrapalhar seus planos – bem, talvez não seja bem algo pequeno. Steve descobriu que tem um câncer, e agora Cam se meteu numa roubada ao propor uma campanha para levantar fundos para o tratamento do Steve, e quem sabe, fazer Kaia se apaixonar por ele no processo.

A Faro Editorial lança este mês “Estúpida Promessa”, segundo livro dos roteiristas de How I Met You Mother no Brasil. O primeiro, “Des-grávida”, lançado em 2020, já ganhou adaptação cinematográfica pela HBO Max, e estreará em breve no Brasil.

Nesta trama divertidíssima vamos conhecer o triângulo amoroso de Cam, Kaia e Steve. Cam e Kaia são amigos, participam dos mesmos grupos de militância na cidade, os mesmos clubes do colégio, e Kaia é a garota dos sonhos de Cam. Já Steve é o garoto babaca e popular do colégio, que não se preocupa com o meio ambiente, com o direito das mulheres e nem tem consciência de classe. Como é que Kaia se apaixonou por ele e não por Cam?

E para ajudar, Steve descobre um câncer. Como é que Cam vai competir com o senhor popularidade, que também é o cara que precisa de ajuda em “A culpa é das estrelas”?

Sem saber como lidar e, para chamar a atenção da garota, ele resolve encabeçar uma campanha de arrecadação de fundos para Steve, e quem sabe fazer Kaia perceber que, apesar da doença, o cara é mesmo um babaca. Mas o plano de Cam tinha uma barreira. Ele estava subestimando Steve, que descobre seu plano e ambos os rapazes começam uma batalha pelo amor da garota.

Um livro divertido sobre amizades, sobre primeiros amores, com diversos debates pertinentes ao universo jovem, causas sociais, e ainda por cima, Michelle Obama. Precisa de mais? Mergulhe nessa história que vai te garantir boas risadas e até algumas lágrimas.



A solidão pode machucar e pode construir. A alegria pode durar dias ou apenas alguns segundos, mas mudar toda a sua vida. O importante de tudo isso é que a vida não no parecerá sempre justa, não é previsível e nosso papel é aprender a desfrutar de todos os momentos, sejam bons ou ruins, e tirar aprendizados que vão nos ajudar a seguir em frente. Afinal, toda tempestade tem um fim, e após ele a esperança de dias melhores está bem ali, na frente. E é esse o convite de Fabíola Simões: Acalmar as tempestades dentro de cada um de nós.
A Faro Editorial lança este mês o quinto livro da autora Fabíola Simões, “Textos para acalmar tempestades”. Conhecida por reflexões inspiradas, no tom de conversa pessoal e verdadeira que falam ao coração das milhares de pessoas pelas redes sociais, Fabiola nos leva nessa viagem de autoconhecimento, mesclando crônicas delicadas, com histórias e passagens contidas em livros clássicos, filmes e músicas.
De Charles Dieckens, Jane Austen, Emily Brontë, Milan Kundera a Ana Maria Machado, Clarice Lispector, Lya Luft e Caio Fernando Abreu, Fabiola fala sobre amores, família, solidão, autocrítica, sofrimento, autoestima e como esse período tão difícil na história nos modificou e continuará a mudar a nossa forma de interagir com o mundo e com nós mesmos.
Um livro sensível, verdadeiro, visceral, para aquecer os corações. Para ela, todos as respostas para nossas vidas estão nos clássicos...e essas ideias são apresentadas por meio de crônicas sobre o nosso cotidiano.

*** Despertou seu interesse? Então, compre na lojinha da Mulherzinha no Magalu - e terá desconto com o cupom FABIOLA20. 


Nova York, 1990. A cidade enfrentava uma onda de violência e drogas sem precedentes. Nada parecida com o cartão-postal e roteiro amado por turistas que vemos hoje. Como essa mudança aconteceu? Com a implementação de um programa segurança pública baseado na teoria das “Janelas Quebradas”, executado pelo prefeito da cidade Rudolph Giuliani. A não tolerância a qualquer tipo de desvio social tirou Nova York do limbo e a colocou no topo das cidades mais seguras do mundo. E será que a proposta poderia inspirar programas em outras partes do mundo?
A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o livro “Tolerância Zero”, do capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo Davidson Abreu. Neste estudo, Davidson apresenta algumas possibilidades e caminhos para combater a criminalidade urbana e a corrupção, em todos os setores do nosso país.
A Teoria das Janelas quebradas foi apresentada pela primeira vez em 1982 por James Q. Wilson e George L. Kelling. E mostrava de forma simples o quanto a desordem atrai desordem, e a falta de repressão de pequenos delitos aumenta a criminalidade. Essa teoria foi baseada em um experimento realizado pelo professor Philip Zimbardo, da Universidade de Stantford, que colocou um veículo em duas localidades dos Estados Unidos, uma violenta, o Bronx em Nova York, e outra com histórico de segurança, Palo Alto na Califórnia. Em uma semana, o carro do Bronx havia sido depredado e vandalizado, e o em Palo Alto estava intacto. Zimbardo então quebrou uma das janelas deste veículo, e em poucos dias, o mesmo também estava destruído.
Davidson Abreu se debruçou sobre o programa, seus pontos fortes e as críticas sobre a legislação daquela época e a brasileira, para apresentar os seus princípios teóricos, diretrizes legais, sua aplicação tanto no ambiente escolar, onde a violência tanto compromete a segurança de professores e alunos quanto promove evasão, uma cultura de vandalismo e, consequentemente, aprendizado deficiente.  Mas ela pode ser aplicada em qualquer área. Uma delas, aponta como extremamente importante o combate ao tráfico, ao uso de drogas em espaços públicos e dentro do sistema penitenciário.
Em cada capítulo o autor expõe os problemas e caminhos questões como drogas, políticas de controle de armas, corrupção, vandalismo, e violência nas escolas, no ambiente doméstico e nas comunidades, com o olhar de quem vive esse cenário diariamente nas ruas da maior cidade do Brasil.
Mas o livro não trata de forma utópica. Propõe começar com passos para reduzir a prática de crimes ao trazer experiências de sucesso (inclusive no Brasil) e como elas poderiam ser aplicadas em estados e municípios do nosso país – e como muitas das nossas leis poderiam ser revistas para permitir a implantação de um programa mais efetivo de redução de crimes.  



Cancelar alguém e ser cancelado, eis a questão. Esse é um termo que tomou conta das redes sociais, da mídia, das conversas triviais e até de reality shows. Todo dia uma nova pessoa é cancelada na internet, e o julgamento moral da web se tornou uma máquina de humilhação, perseguição, que enfraquece debates pertinentes para a sociedade e inviabiliza a discussão saudável. Hoje muitos se apressam em julgar para não serem julgados. Mas será mesmo que aqueles que apontam o dedo, acreditam piamente no que dizem?
A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o livro “Virtuosismo moral” dos filósofos Brandon Warmke e Justin Tosi. Defensor do livre discurso, Warmek, que também é professor na Bowling Green State University, começou a questionar se a defesa desenfreada de ideias é mesmo algo bom para a sociedade, e se não estávamos criando um dilema ético ao demonizar todas as ideias contrárias.
Até que ponto o debate, seja através de posts, artigos, vídeos e comentários nas mídias sociais é mesmo uma defesa dos ideais e pontos de vista e não apenas uma forma de chamar atenção ou de se dar algum status social? E será mesmo que as brigas e discussões na web ajudam a defender ideais ou servem para apontar quem são os heróis e vilões. Segundo os autores, esse debate moral está criando uma geração de pessoas arrogantes.
Hoje é comum atacarmos mais as pessoas que as ideias, seja na internet ou em conversas casuais sobre política, questões de gênero e sexualidade, e até mesmo sobre saúde e ciência. Difamamos aqueles de quem discordamos e fazemos afirmações mais ousadas do que poderíamos defender com argumentos. Queremos ser vistos como quem está numa posição moral elevada, com comprometimento e indignação. A ideia poderia até parecer boa, mas ultrapassou todos os limites.
Nesta obra, os autores escrevem extensivamente sobre a arrogância moral, essa superioridade que não é apenas irritante, mas perigosa. À medida em que a política fica cada vez mais polarizada, as pessoas em ambos os lados do espectro se distanciam cada vez mais, e permitem que a arrogância atrapalhe a cooperação, prejudicando mesmo as causas que defendes e impedindo debates necessários. 
Analisando exemplos contemporâneos sob conceitos da psicologia, economia e ciência política, os autores mergulham profundamente na origem contemporânea de como nossa sociedade passou a se armar para um diálogo. Usando as ferramentas analíticas da filosofia moral, eles explicam o que nos leva a nos comportar dessa maneira e o que perdemos quando levarmos esse comportamento adiante. E o mais importante:  como reconhecer o problema e reconstruir um debate público do qual vale a pena participar.


E se depois de tudo que Jack, Quint, June e Dirk passaram ao longo de toda a série acontecesse algo sobrenatural? Pois é, parece que o Fatiador de Jack é muito mais do que uma arma pós-apocalíptica irada, talvez o contato com o sangue de tantos monstros e criaturas sinistras possa ter transformado a arma de Jack em algo mais poderoso. E há alguma coisa estranha acontecendo com o Dirk... será que nossa turminha vai ter mais confusão enquanto tentam encontrar outros sobreviventes?
A Faro Editorial lança este mês “Os Últimos Jovens da Terra – A lâmina da meia-noite” o quinto livro da série criada por de Max Brallier, com ilustrações de Douglas Holgate e que já teve os três primeiros volumes adaptados pela Netflix com o título “Os 4 contra o apocalipse”, com Mark Hamill, o Luke Skywalker da série Star Wars, como um dos dubladores do projeto.
E os fãs da série já podem ficar tranquilos, que os direitos de todos os livros foram adquiridos pela Faro, que lançará os próximos volumes, “June's Wild Flight”, com uma aventura solo da June, “Skeleton Road” – sexto e último livro da saga – e o Guia do Sobrevivente no apocalipse zumbi.
Em “A lâmina da meia-noite” nossos amigos estão aprendendo a lidar com Dirk, que depois de quase virar zumbi parece ter ficado um pouco estranho. Será Dirk não focou totalmente curado do veneno zumbi?
Além disso, Jack descobre que tem uma arma muito mais poderosa do que imagina, e o Fatiador pode esconder um segredo poderoso, que pode ajudar a turma a derrotar o mal que os assombra, mas também pode ser uma grande maldição se cair em mãos erradas. E eles ainda terão que resolver outros problemas antes de começar a jornada para encontrar mais sobreviventes.
Com um enredo que vai além da aventura, abordando temas como bullying, abandono familiar, igualdade, ciência, perdão, amizade e união, a série “Os últimos jovens da Terra” tem se destacado desde o primeiro volume e conquistado leitores de todas as idades. 

Arrivederci!!!

Beta

sexta-feira, abril 09, 2021

Ciao!!!



Hoje vou apresentar para vocês um lançamento da editora Casa na Árvore: O Menino Rosa, escrito por Rayana Bianchetti e ilustrado por Vitor Barros.

A sinopse é bem simples - e deixam a gente intrigado: 

E se um dia alguém te dissesse que o mundo não é bem como você vê? No mundo do menino rosa, cada pessoa vive em sua bolha. Porém, o encontro com uma sorridente menina azul fará com que ele comece a questionar as coisas à sua volta.

Conversei com o Vitor no whatsapp e ele disse que a importância do livro O Menino Rosa é que "a autora tenta dialogar sobre diferentes pontos vistas, sobre diferentes perspectivas que coexistem. Como somos das artes visuais, as cores surgem como forma de pensar esse mundo diverso".

Quer conhecer outras curiosidades, confira este vídeo.

O livro foi produzido de forma independente e será impresso de forma artesanal. O lançamento será 
neste sábado, 10, com uma live da Rayana e do Vitor no instagram da editora às 14h.




Arrivederci!!!

Beta

quinta-feira, abril 08, 2021

Ciao!




 

O Abril Imperdível de 16 anos do Literatura de Mulherzinha merecia um TBT à altura, né? Por isso, decidi fazer textos individuais para os livros da minissérie Clássicos Históricos – As Joias do Texas.

A releitura me permite rever algumas percepções sobre o livro e o estilo da autora. Desde que comecei a ler, os romances de Ruth Langan sempre fizeram parte da minha rotina: seja no Reino Unido ou no Velho Oeste. Eu tenho os livros físicos da parte que foi lançada no país, adquiridos nas minhas saudosas garimpagens no sebo.

A série se passa na cidade de Hanging Tree, no Texas. O ponto de partida foi a morte de um importante fazendeiro. Já comentei de forma bem geral sobre os livros da série As Joias do Texas nos primórdios do Literatura de Mulherzinha. Agora, partiu #TBT! 

Esmeralda – Ruth Langan – Minissérie Clássicos Históricos As Joias do Texas 01 
(Diamond – 1996) 
Personagens: Esmeralda Jewel e Adam Winter  

Joseph Jewel fora assassinado. E Esmeralda queria vingança. Por isso, invadiu a delegacia disposta a acabar com a vida do principal suspeito, Adam Winter, com as próprias mãos. No entanto, ele acaba inocentado. Esmeralda quer a prisão do suspeito e resolve provar que ele é o culpado. Além disso, começam a aparecer irmãs que ela não conhecia. Então Esmeralda se vê às voltas com o desejo de se entender com as irmãs, de descobrir o assassino e enfrentar a paixão pelo maior suspeito. 

Comentários: 

- Vou começar pelo óbvio: este é um caso de mudanças de nomes de personagens. A protagonista, originalmente, se chama Diamond – Diamante – e não Esmeralda. O patriarca é Onyx Jewel, não Joseph. Se você for como eu, faz um pouco de diferença sim. Fica mais claro porque o patriarca presenteou as filhas cada uma com um colar com pingentes de ônix e da pedra que inspirou o nome de cada uma. 

- Além disso, tem um problema com o nome do banqueiro da cidade. No início, é Chester Pierce. Em uma cena de jantar é Pierce Chester e depois volta a ser Chester Pierce. 

- O ponto de partida é o assassinato de Joseph Jewel, um crime que chocou Hanging Tree e ganhou publicações em várias cidades importantes. O pecuarista era dono de um império, o homem mais rico e mais querido da região. O xerife Quent Reagan se esforça e logo localiza um suspeito, Adam Winter, um pequeno criador que se estabeleceu em uma das fronteiras da fazenda Jewel. 

- Aos 18 anos, Esmeralda morava com o pai na fazenda Jewel. Era parceira dele na administração, se vestia e agia como um dos vaqueiros. Ela era respeitada por eles. A dor da perda do pai a fez jurar que se vingaria do acusado, que terminou inocentado no julgamento. E não vão faltar chances de confrontos entre Esmeralda e Adam – para agravar, sempre que estão juntos ocorre uma tentativa de assassinato, mas eles não conseguem descobrir quem é o alvo. 

- O choque de lidar com a morte do pai só aumentou quando Esmeralda foi surpreendida pela chegada de jovens que diziam ser suas irmãs. Em momentos diferentes, surgem Pérola, Jade e Rubi, cada uma vinda de um canto do país. Todas com a mesma idade, com documentação e cartas que comprovam o contato com Joseph Jewel. No entanto, as três possuem uma evidência que faz com que Esmeralda acredite que elas são irmãs  – e não entende por que o pai guardou a existência delas em segredo umas das outras. 

- Além disso, somos introduzidos à dinâmica de Hanging Tree: as mulheres que tomam conta da vida alheia e não perdem a oportunidade de dar uma alfinetada. Conhecemos que os fazendeiros, os empregados das fazendas, as moradoras e os moradores da cidade. E podem ficar atentos, porque eles vão reaparecer nos próximos livros. 

- É uma história sobre legado, sobre o que é ser família. Como que as decisões de um homem interferiram na vida de seus herdeiros - no caso apenas dos livros lançados no Brasil, das filhas - e de que forma lidaram com a orfandade aprendendo a serem irmãs.

Minissérie Joias do Texas:

  1. Diamond - Esmeralda
  2. Pearl - Pérola
  3. Jade - Jade
  4. Ruby - Rubi
  5. Malachite - não lançado no Brasil 

- Links: Goodreads livro, autora e série; site da autora; Skoob; mais dela no Literatura de Mulherzinha 

Arrivederci!!! 

Beta

quarta-feira, abril 07, 2021

Ciao!!! 




O #LdMEntrevista traz um autor nacional que é muito produtivo. Creio que ele só perde pra Nora Roberts – que é hours-concours. Sério! Jhonatas sempre está lançando um livro novo – mesmo neste último ano que foi difícil para todo mundo.

Algumas histórias do Jhonatas Nilson já estão no Literatura de Mulherzinha. Estou pacientemente tentando concluir a série não oficial de tramas que se passam em Cloudtown (saiba mais no site oficial), porque são do tipo que eu gosto. Os livros dele podem ser encontrados na Amazon. Inclusive a nova história será lançada nesta quinta, 8.

Eu o convidei para ser entrevistado e fiquei muito feliz quando ele aceitou. Vocês conferem agora o bate-papo especial para o Abril Imperdível de 16 anos do LdM. 

*** LdM Entrevista: Jhonatas Nilson *** 

1 – Como foi o último ano para você? Como conseguiu manter a inspiração – e a sanidade – em meio a essa situação que virou a vida de todo mundo do avesso?

JHONATAS: Na verdade, foi um ano bastante produtivo. A escrita tornou-se uma maneira de continuar sonhando com uma realidade melhor e repleta de possibilidades. Escrevi histórias que eu gostaria de ler. Inclusive, devo dizer que eu não sei o que teria sido da minha própria saúde mental caso eu não pudesse escrever romances durante esse período difícil que todos estamos vivendo.

2 – Os romances de banca fazem parte da minha história como leitora. E se não me engano, da sua também. Qual a importância deles para você?

JHONATAS: Os romances de banca moldaram o leitor e o escritor que sou hoje! Lembro-me que eu adorava ir à banca de jornal tentar encontrar novidades. Depois, quando decidi assinar, ficava ansioso, aguardando as caixinhas para devorar as histórias novas daquele mês.
Sou grato por essas histórias e fiquei triste quando pararam de lançar livros inéditos no Brasil. Agora, continuo lendo romances de banca em inglês, acompanhando as minhas autoras favoritas. Realmente gosto muito.

3 – O quanto de suas experiências pessoais você usa para criar suas histórias? Sei que você gosta de viajar; alguma de suas viagens inspirou um livro?

JHONATAS: Sou bastante observador quanto às personalidades das pessoas, seus dramas e alegrias. Viajar me ajuda a ter um leque maior de observação. Adoro acrescentar nos livros as culturas novas que vou conhecendo enquanto viajo. 
Na minha última viagem antes da pandemia, mais de um ano atrás, tive a oportunidade de visitar e trabalhar na Ucrânia. Depois que voltei, escrevi “O príncipe e a virgem proibida”, que é ambientado em um país fictício que muito se assemelha a toda a cultura que vi e vivi por lá.
Ainda sobre essa viagem, conheci um grande amigo do Egito. Ele inspirou o protagonista de “A Prisioneira do Sheik”.
Ou seja, as viagens e as pessoas que conheço sempre influenciam de alguma maneira.

4 – Em março, você lançou “Quando a chuva beija o campo”. Por favor, conte um pouco dos bastidores deste livro para quem ainda não o conhece.
JHONATAS:
Tudo começou quando eu decidi escrever “Quando as estrelas tocam o céu”, que é um romance de época ambientado durante um período da dinastia Joseon, da Coreia. No livro, Chanwook é o mocinho e o mais novo dentre oito irmãos. Depois que finalizei a história, tive uma enorme sensação de vazio e eu realmente não queria me despedir dos personagens. Por isso, decidi escrever “Quando a chuva beija o campo”, que é a história de Jin, o irmão mais velho e príncipe herdeiro.
Ambas as histórias me emocionaram muito. Falam sobre amor, recomeço, amizade, laços de sangue e os laços que o destino nos apresenta no caminho da vida. Sem dúvidas, marcantes para mim. 
E antes que os leitores me cobrem, devo dizer que realmente adoraria escrever as histórias dos outros irmãos, mas não tenho certeza. Já tenho o enredo do terceiro livro, mas ainda preciso refletir se realmente devo escrever. Vamos torcer! =D

5 – Você já escreveu diferentes tipos de histórias - drama, romance, contos, fantasia, séries, livros únicos. Qual deles mais te desafiou? Por quê?

JHONATAS: Para ser sincero, acredito que cada livro é um desafio imenso. Eu nunca tenho total certeza de que serei realmente capaz de escrever a próxima história, por isso tento dar o meu melhor na que eu estiver trabalhando no momento. Quando tudo fica pronto, me parece quase um milagre perceber que tudo aquilo saiu da minha cabeça. É gratificante. 
No entanto, acredito que os romances de época são os mais difíceis de escrever. Me cansam bastante, por isso não escrevo com tanta frequência. 

6 – Como é o seu processo de escrita? Geralmente, você lança vários livros – tanto que quem lê suas histórias sempre cobra uma nova. Amanhã, chega na Amazon o e-book de René & Pierre sabem o que estão fazendoComo você consegue manter a criatividade de mãos dadas com a produtividade?

JHONATAS: Eu não me considero uma pessoa exatamente organizada, mas ironicamente sou bastante metódico com a escrita. Todos os dias tento escrever entre três e cinco mil palavras, descansando sempre aos fins de semana. Escrever muito funciona bem para mim, pois as diversas histórias vão surgindo e eu só encontro paz quando as finalizo. 
Não é uma opção, mas uma necessidade que sinto. Os personagens precisam ganhar vida e eu sou o que coloca as palavras no papel.

7 – E qual a mensagem que você gostaria de deixar a quem visita o Literatura de Mulherzinha?

JHONATAS: O Literatura de Mulherzinha sempre foi uma referência para mim no quesito romance. Sempre que eu desejo encontrar resenhas interessantes sobre o tipo de livro que eu realmente gosto de ler, visito o blog. Acredito que os leitores e leitoras também pensam como eu. Agradeço realmente por tanto apoio ao romance. Isso faz toda a diferença. 
Além disso, agradeço aos leitores e leitoras por acreditarem no romance, no poder dos finais felizes. Sonhar é o que nos motiva a seguir em frente. Continuem acreditando nas coisas boas que o destino apresenta. 
Sempre existe um final feliz esperando para ser vivido, basta saber olhar com atenção. 

Arrivederci!!!

Beta

terça-feira, abril 06, 2021

Ciao!!!



A gente merece ler boas notícias, né? A.C. Meyer anunciou algo muito bom e muito esperado: uma história do George, o melhor amigo EVER dos personagens da série After Dark.

Tinha que ser você (Série After Dark) 

A. C. Meyer

Ele é o melhor amigo que uma garota pode ter...

Divertido, amoroso, dedicado e intrometido no que se refere a vida amorosa das suas amigas, George leva uma vida feliz ao lado de Ben, seu namorado de longa data. Mas o noivado de Daniel e Julie o deixa pensativo a respeito do próprio passado e de tudo o que ele enfrentou ao lado das amigas, Julie e Jo.

Em Tinha que ser você, vamos embarcar na jornada de George, o personagem mais amado da série. Nessa novela do universo After Dark, vamos ter a oportunidade de saber mais sobre como ele se transformou no homem que é hoje.

Tinha que ser você é uma novela INÉDITA da série After Dark e será lançada em formato físico e digital. 

Este livro contém:

  • Tinha que ser você
  • O primeiro natal de Danny e Julie
  • Dia dos namorados especial
  • Surpresa para você
  • Depois do felizes para sempre
  • Louco por elas

Se quiserem saber curiosidades, a A.C. Meyer divulgou bastidores da criação do personagem. Eis a inspiração para o George e para o Ben.

O lançamento deve ser em breve. Assim que tiver data e outras novidades, vou compartilhar aqui. Há resenhas de todos os livros e contos já lançados da série After Dark no Literatura de Mulherzinha.

Arrivederci!!!

Beta