quarta-feira, fevereiro 19, 2020

Ciao! 

Disponível na Amazon 

Demorei um pouquinho, mas finalmente consegui ler o próximo livro da série de short stories escrita pela Flavinha e pelo Jhonatas. Esta tem um reencontro explosivo e que deixa muitas perguntas no ar.

Uma noite para recordar – Flávia Cunha e Jhonatas Nilson (Four Up 2)
(2016)
Personagens: Eve Laeson e sheik Mihran Qudamah Mazin

O sultão de Al-Mazin enfrentava um período de dor e luto, quando encontrou Eve Laeson pela primeira vez. O que era para ser apenas algo único e religado ao passado, se revelou algo ainda muito impactante e importante ao ponto de quebrar as defesas de ambos, quando se reencontraram quatro anos depois.

Comentários:

- O gancho para esta história já apareceu na série. Por isso, o Jhonatas vai direto ao ponto, a trama começa 4 anos antes do final do primeiro livro, quando Eve e Mihran se viram pela primeira vez.

- Ele era o príncipe herdeiro que assumiria o trono. Um líder respeitado, com conduta acima de qualquer julgamento. No entanto, vivia um momento complicado: a perda do pai, de quem era muito próximo. E mesmo assim, manteve os compromissos oficiais porque era o que se esperava dele.

- Neste evento, com presença de milionários e acompanhantes, conheceu Eve Laeson. Melhor, ela o encontrou em um instante privado. E ao contrário dele, era a ex-estrela infanto-juvenil que se envolveu em vários problemas e escândalos. Agora, estava recomeçando a vida, disposta a deixar o passado para trás e construiu um futuro positivo e saudável.

- O preconceito causa uma péssima primeira impressão. E a atração que surgiu de forma inesperada, resolveu o impasse. Não seria nada para ter futuro. Apenas uma noite, antes de que ambos começassem as novas vidas que os esperavam.

- No entanto, o reencontro no leilão beneficente para a construção de uma nova ala no hospital colocou os dois frente e a frente. E mostrou que nem Eve nem Mihran deixaram completamente para trás o encontro secreto em Al-Mazin. Portanto, o sheik decidiu que era hora de acertar as coisas entre eles. Mas será que Eve o aceitaria na vida que construiu?

Série Four Up
1 - Depois da Meia-Noite - Gregory Marsh e Julie Hartley
2 - Uma Noite Para Recordar - Mihran Qudamah Mazin e Eve Laeson
3 - Uma Noite de Amor - Sean Kidman e Rose Sorenson
4 - Promessas de Uma Noite - Antony Disalvatore e Sophie Berkshire

- Links: Goodreads livro, Flavia Jhonatassite da Flávia; Facebook do JhonatasClube dos AutoresSkoobmais da Flávia e do Jhonatas no Literatura de Mulherzinha.


Bacci!!!

Beta

domingo, fevereiro 16, 2020

Ciao!

Compre na Amazon 

“Então veja só: tudo está em um equilíbrio delicado. E o bater das asas de uma borboleta pode fazer toda a diferença no mundo” 
Hoje tem festa na casa da Lucinda Riley! E pra comemorar o aniversário da autora, nada melhor que o mais recente livro dela lançado no Brasil.

A sala das borboletas – Lucinda Riley – Editora Arqueiro
(The Butterfly Room - 2019)
Personagem: Posy Montague

A Admiral House é a base de muitas lembranças de Posy Montague; morou lá até a morte do pai. Depois viveu com a avó, no colégio interno, em Londres, em lugares diferentes do mundo até voltar. E esta volta, tantos anos depois, será em um momento de virada na vida dela e dos filhos e de amigos. Muitas coisas que estavam escondidas virão às claras e as próprias prioridades serão colocadas em xeque.

Comentários:  
“- Lembre-se de que você é só uma entre bilhões de formigas andando pela face da Terra, tentando sobreviver – disse para o ar”. 
- O que eu mais gosto nas histórias da Lucinda é que elas são tão possíveis de ocorrer com a gente ou com quem conhecemos. Afinal de contas, que família não tem segredos? Ou quem conhece totalmente a própria história? Exato. Aqui a gente acompanha uma história de como estas lacunas influenciaram direta e indiretamente a vida de Adriana Rose “Posy” Montague.

- A menina que cresceu sendo incentivada pelo pai a ficar atenta à natureza, compartilhando com ele o amor pelas borboletas que ajudava a capturar. No entanto, a 2ª Guerra o levou para longe. E ele nunca mais voltou. A mãe optou por voltar para a França e deixá-la com a avó.

- Entre dificuldades, conquistas – como estar entre as primeiras turmas de mulheres em Cambridge -, decepções e escolhas, Posy encontrou e perdeu o amor, construiu a própria história. E depois, foi obrigada a reconstruí-la, desta vez, com duas crianças para cuidar e criar. 
“- Talvez a principal tenha sido que eu percebi que dá para fugir para bem longe, mas não dá para escapar de si mesmo” 
- Como sempre, a autora conta diferentes narrativas temporais. Temos as lembranças de Posy criança e jovem, entremeando com Posy meses antes de completar 70 anos. Na época atual, ainda acompanhamos as trajetórias dos filhos dela, Sam e Nick.

- Sam está às voltas com mais um projeto para enriquecer e se provar como uma pessoa bem sucedida. Enquanto isso, a esposa, Amy, se desdobra para tentar manter o otimismo, com as contas atrasadas, cuidando dos filhos em uma casa imprópria para alguém morar com saúde e se desgastando ao fazer controle dos danos antes que o marido explodisse. E ainda aturando mal humor de hóspede no hotel onde trabalhava como recepcionista. Tudo bem que o famoso escritor Sebastian Girault se arrependeu, pediu desculpas... e se tornou uma presença constante em Southwold.

- Nick estava de volta à Inglaterra depois de muitos anos trabalhando com antiguidades em Perth, na Austrália. Enfrentava os desafios de se restabelecer em seu país de origem e construir um futuro. A primeira surpresa foi que não esperava ser surpreendido pelos sentimentos despertados por Tammy. A segunda era ver que o irmão não havia mudado e poderia colocar muito mais que ele mesmo em risco. A terceira era reencontrar a mulher que o fizera deixar tudo que era familiar e ir embora. E descobrir que tinha muito a acertar, viver e descobrir antes que fosse tarde demais. 
“- Prometa que, quando encontrar o amor, você vai se agarrar a ele e não vai soltar nunca mais”. 
- Por amor, as pessoas justificam as mais variadas atitudes. As boas e as más. Em alguns casos, como forma de amenizar o impacto das consequências. No entanto, às vezes, a proteção, a lealdade, a loucura “por amor” podem causar sofrimento. Às vezes, o “por amor” é uma ilusão proposital sobre o que não foi e nunca será este sentimento.

- Mas, nem tudo está perdido: há as vezes em que vale a pena celebrar o (re) encontro com o amor – as avaliações que ele nos inspira e a força que nos impulsiona a tomar decisões e superar certos problemas.

-  Bem, agora vocês entenderam por que eu gosto tanto os livros da Lucinda Riley.


Bacci!!!

Beta

sábado, fevereiro 15, 2020

Ciao!!!!

O Carnaval está chegando. Em muitos cantos do país já há festa e tem blocos nas ruas e, oficialmente, o Brasil para no próximo fim de semana.

E claro que uma manifestação cultural tão característica do povo brasileiro também motivou vários livros, abordando personagens e histórias que nos ajudam a aprender um pouco mais.

Dei uma espiadinha na Amazon e selecionei algumas dicas para vocês.
Duas eu já li. As outras, eu gostaria muito de incluir na minha estante.

Vou começar pelas que já estão no Literatura de Mulherzinha:

Clara Nunes: a guerreira da utopia - Vagner Fernandes



Clara Nunes é uma das minhas referências musicais femininas. E a biografia dela traz muitos detalhes sobre a carreira que eu não conhecia. Se possível, leia ouvindo as músicas. 

O enredo do meu samba - Marcelo de Mello



O livro é resultado de uma série publicada no Jornal O Globo sobre 15 sambas-enredos apresentados nos desfiles do Rio de Janeiro. Tem as escolhas óbvias, tem muita informação que eu nem sonhava e ainda tem um agrado às memórias do meu coração mangueirense.

E as dicas que me deixaram curiosa e que espero poder ler algum dia:

Uma história do samba - Lira Neto




Dicionário da história social do samba - Nei Lopes e Luiz Antônio Simas



As bambas do samba: mulher e poder na roda - Marilda Santanna



Desde que o samba é samba - Paulo Lins




De todos eles, só não tinha ouvido falar do terceiro, justamente o que fala sobre a participação feminina no samba. Você já leu algum deles? O que achou? 

Enfim, nada como uma pesquisa para alimentar a listinha dos desejos, né? E pode deixar, quando conseguir ler, compartilho com vocês aqui no Literatura de Mulherzinha!!!

Bacci!!!

Beta

sexta-feira, fevereiro 14, 2020

Ciao!

Disponível na Amazon 

Este livro faz parte da Meta de Leitura 2020 

“Eu vou ser a mulher mais feliz do mundo no dia em que eu me casar” (SILVA, Maggie May. 2015)


Pode não parecer, mas é uma história bem legal para o Dia de São Valentim!
  
O Pulo da Gata – Fernanda França – Essência
(2015)
Personagem: Maggie May Silva e a obsessão em subir ao altar

Maggie May quer se casar. Mais do que qualquer outra coisa na vida. A situação chegou ao ponto de ela se apaixonar após duas semanas de conversa virtual com Felipe. E mesmo não o encontrando pessoalmente no dia marcado, e conhecendo Eric no lugar, ela não desistiu da certeza de que agora era para valer, era amor para a vida inteira. O problema é que a vida é uma caixinha de surpresas...

Comentários:

- Durante cerca de metade do livro, a sanha casamenteira de Maggie May me deu nos nervos. Sério. Cada frase ou atitude dela em prol da obsessão por subir ao altar me fazia querer entrar no livro e dar uns gritos bem sinceros com ela. Não que eu fosse necessária, porque todos no entorno dela, incluindo a narração bem-humorada e sarcástica que conversa com a gente o tempo todo, recomendavam a sabedoria de que “prudência e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém”.

  
E o problema de procurarmos algo quando queremos muito encontrar, é não termos um filtro para a busca.  Podemos até achar que não é exatamente o que procurávamos, mas quando achamos um parecido, já encaramos a busca como encerrada. 
- Não me entenda mal. O sonho de se casar é algo muito legítimo. O problema de Maggie May é que ela não via mais nada além disso. Casamento é algo sério, parte de um projeto muito maior para a própria vida, e não a tábua de salvação para a recusa em trabalhar os sentimentos por trás disso. Não existe milagre exterior para confusões internas. O pior é que, beeeeeeeeeeem no fundo, ela sabe disso. Mas, mesmo assim, permanece firme, forte e teimosamente na ideia. A gente fica se perguntando o que terá que acontecer pra ela reavaliar os próprios conceitos. E, sim, o livro trará a resposta.


- Ela não está só. Além do pai, João Crisóstomo, da mãe, Jane, da madrasta Maria, das cinco irmãs, Lucy, Eleanor, Camila, Layla e Lígia, estão por perto as amigas-para-todas-as-horas (mesmo) Luiza e Vida; o casal de amigos Lico e Leca; e o recém-chegado Eric, que ela conheceu por engano no bar onde teria o primeiro encontro real com Felipe. Não faltam demonstrações de amor não idealizado perto dela. E de relacionamentos construídos com o tempo e o respeito. Em diferentes proporções, todos irão acompanhá-la e ajudá-la nos altos e baixos do percurso.

- Entre as aventuras e desventuras de Maggie May na corrida rumo ao altar, ainda dá tempo para termos referências a outras personagens da Fernanda. Melissa Moya eu sei quem é, mas ainda não li a história da Blanda. Acho legal esse diálogo com outros livros. Atiça mentes curiosas como a minha. E ao também citar a mitologia das Plêiades, me lembrou da série da Lucinda Riley.


Bacci!!!

Beta

quarta-feira, fevereiro 12, 2020

Ciao!



Começa hoje a leitura coletiva do livro A garota dos meus sonhos, de A.C. Meyer. 

É uma chance de saber - e discutir com outras pessoas - se o amor será capaz de curar as almas feridas de Clara e de Léo.

 

Será uma semana bem intensa, confira o cronograma!!!


Para participar, clique aqui!!!

Ah, Beta, mas não tenho ainda o livro ou o e-book.

Então...

SEUS PROBLEMAS ACABARAM!


Corre: preço válido até sexta-feira, dia 14, na Amazon!!!

Bacci!!!!

Beta