quinta-feira, setembro 07, 2017

Ciao!!!


Finalmente, no feriado da Independência, Antônio chega ao Literatura de Mulherzinha. Para quem não sabe, graças à 1ª Bienal do Livro de Juiz de Fora realizada em 2016, eu conheci a Nana Pauvolih e fiquei curiosa sobre a história deste livro, que foi o ponto de partida para ler toda a Trilogia Redenção.
Depois de Arthur e Matheus, chegou a vez de Antônio.

Redenção pelo Amor – Nana Pauvolih – Fábrica 231 (Trilogia Redençao #3)
(2015)
Personagens: Antônio Saragoça e Cecília Blanc

A felicidade conjugal dos melhores amigos só serviu para reforçar para Antônio a certeza de que, ao fazer o que a família esperava dele, ficou preso em um casamento infeliz e sem sentimentos, onde a única consequência boa foi o filho. No entanto, reencontrar Cecília sete anos depois do rompimento balançou todas as estruturas e o empresário famoso pelo controle percebeu que precisava assumir as rédeas do próprio destino. O que ele não tinha ideia era do risco que estava assumindo...

Comentários:

“A boa notícia é que você irá adorar Cecília. Mas se prepara, porque eles sofrem!” - #MadreHooligan

- Após as pistas nos livros anteriores – ainda mais depois da conversa com Matheus em Redenção e Submissão – agora vamos ter os detalhes de como foi sofrida a jornada de Cecília e Antônio. Eles seriam perfeitos um para o outro, se não houvesse tantos empecilhos no meio do caminho. Quando encontrou Cecília durante um engarrafamento, Antônio já estava comprometido para assumir uma união de conveniência com Ludmila Venere. Era parte do acordo que uniria as duas empresas e criaria um império no setor de cosméticos. Não havia nem sombra de amor entre eles.

- E a jovem simples e radiante o desarmou com um sorriso inesperado. Antônio quis saber quem ela era, os dois se aproximaram e perceberam a atração entre eles estava à beira do incontrolável. Só que Antônio ainda estava preso pelo acordo familiar a um casamento que não desejava mais – e que Cecília desconhecia. Quando tudo vem à tona de uma forma traumática, eles acabam se separando.

- Sete anos depois, Antônio e Cecília se reencontram, de uma forma inesperada. E até os surpreendem o quanto um ainda abala o outro. A diferença é que, desta vez, Antônio não está disposto mais a se sacrificar nem sacrificar a própria felicidade e a do filho pelo bem da família e a da empresa. Cecília também está em um casamento morno, onde quase não vê o marido, mas conta com a companhia, a alegria e a ousadia da filha. Ou seja, há muito em risco, mas ambos sabem o que querem e estão dispostos a isso.

- Ao contrário dos livros anteriores, onde são exploradas fraquezas dos protagonistas – o caráter cafajeste de Arthur e a insegurança de Sophia diante dos sentimentos que não consegue controlar – neste temos uma grande vilã disposta a tudo para conseguir que tudo ocorra como ela quer. Ludmila Venere é o pior tipo de rival – e lendo vocês vão entender o motivo. Ela se torna a causa do sofrimento de Cecília e Antônio e a principal força contra a felicidade do casal. E não estou dando nenhum spoiler, porque logo no início a autora nos apresentou esta faceta da quase-noiva conveniente de Antônio.

- O livro me surpreendeu por mostrar como o mais controlador do trio de amigos teve que lidar com a falta de controle dos próprios sentimentos e o impacto que trouxe para a própria vida. Só que uma vez decidido, Antônio não estava disposto a perder a segunda chance que recebeu. Realmente, #MadreHooligan acertou na mosca: Cecília é a melhor das três protagonistas femininas, porque tinha uma forma positiva e simples de ver a vida, enfrentou o sofrimento sem se deixar definir e aprisionar por ele. E tinha projetos para a própria vida pessoal, que foram confirmados e acelerados a partir do inesperado reencontro com o amor da vida.

Trilogia Redenção
Redenção de um cafajeste  Arthur Moreno e Maiana Apolinário
Redenção e submissão – Matheus de Sá Mello e Sophia Marinho
Redenção pelo amor – Antônio Saragoça e Cecília Blanc


Bacci!!!

Beta
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