sábado, dezembro 16, 2017

Ciao!



Sim, aproveitei que Star Wars: Os Últimos Jedi chegou ao cinema e fui resolver uma das minhas pendências literárias. Depois das aventuras paralelas de Luke e Leia, hora de olhar o contrabandista de sorriso de canto de boca que sabe que é amado.

A missão do contrabandista: uma aventura de Han Solo e Chewbacca – Greg Rucka – Seguinte
(Smuggler’s Run: A Han Solo & Chewbacca’s adventure - 2015)
Personagens: Han Solo e Chewie

Logo após a destruição da Estrela da Morte, os Rebeldes tiveram que se reorganizar para escapar à perseguição intensa do Império que queria se vingar do impacto ao perder a principal arma. Doido para cair fora da confusão e pagar a dívida com Jabba, Han Solo se vê arrastado para as tramas da Rebelião, ao se se comprometer a resgatar um integrante que sabe informações importantes para o futuro da luta contra o Império. Uma missão que tinha tudo para dar errado...

Comentários:

- Os acontecimentos neste livro ocorrem logo após o episódio IV – Uma nova esperança. A Rebelião conseguiu impor uma derrota simbólica e enorme ao Império ao explodir a Estrela da Morte. Só que agora estão sendo caçados como forma de retaliação e uma questão de honra. Isso torna o trabalho estratégico ainda mais decisivo para o sucesso da luta. Agora Ematt, uma das pessoas responsáveis por isso, estava desprotegido e em perigo e precisava ser resgatado antes que fosse capturado pela equipe da oficial Alecia Beck, que considerava a missão uma questão de honra e não admitia fracassar.

“- Então tenho pena de você. A confiança é tão preciosa quanto rara, mas você só ganha quando dá.
Ematt soava muito como o velho.
- Confiança não é dada, é conquistada – disse Solo – Assim como a amizade.
- Você deve ser muito solitário – disse Ematt.
Solo não respondeu”

- Adivinha quem a princesa Leia pediu para fazer este favorzinho? Exato. Han “não me importo com nada disso, só quero que me paguem” Solo. Claro que ele não queria mais complicação, já bastava ter uma dívida com o Jabba, o que significava praticamente andar com um alvo nas costas – afinal quem não queria entregá-lo para o Hutt em troca de um pagamento considerável?

- Mesmo assim ele se vê convencido por Chewie e embarca para Cyrkon para resgatar o precioso Ematt e dar a carona até um local seguro. Só que estar neste planeta é estar vulnerável aos caçadores de fortunas e ao exército do Império que queria pegar qualquer pessoa com informações privilegiadas sobre os rebeldes. Após um fracasso, a oficial Beck se incumbiu de encontrar Emmat, custe o que custasse. Estar um passo a frente dela é questão de sobrevivência e é praticamente andar no fio da navalha, onde qualquer deslize será a prisão ou a morte.

- É um livro fácil e rápido de ler. Com pique de sessão da tarde, você consegue imaginar as cenas, as batalhas e houve momentos de tensão em que me vi pensando em como eles sairiam da encrenca. Também é divertido ver a relação entre Chewie e Han – e ter uma visão deles além das histórias dos filmes. Perceber a relação deles com a Millenniun Falcon, que os incautos acham que não vale nada mas é uma personagem tão intensa a ponto de deixar a gente muito tenso no clímax no livro. Ah, a propósito, ninguém merece as últimas palavras da história – muita maldade com os leitores!

Foram publicados no Brasil os seguintes livros da série “Jornada para Star Wars: O despertar da Força” – veja os títulos originais no Goodreads:

- A missão do contrabandista: uma aventura de Han Solo e Chewbacca

E também as novelizações da trilogia original do Star Wars:


Bacci!!!

Beta
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