domingo, fevereiro 25, 2018

Ciao!



O melhor ficou para o final: a princesa rebelde e o rei consumido pela culpa. Que tinham uma série de desencontros para resolver e fazer funcionar um casamento político para garantir a paz na região.

A princesa rebelde – Jennifer Hayward - Paixão
(Marrying her royal enemy - 2016 - Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Styliani “Stella” Constantinides e rei Kostas Laskos

Stella era a princesa caçula de Akathinia, dedicada a trabalhar com causas sociais, uma forma de compensar a si mesma pelo sonho que foi forçada a abandonar. Só que agora, o irmão Nik veio com um pedido que testava os limites dela: casamento por conveniência com o rei Kostas, de Carnelia. O homem envolvido na morte do irmão mais velho dela. O homem que havia partido o coração dela.  Ele agora queria que ela o aceitasse como marido pela paz na região.

Comentários: 
“Quanto ao resto, confiança é conquistada. Não dá para estalar os dedos e ordenar para que aconteça” 
- O rei Kostas precisava reverter a impopularidade da monarquia de Carnelia, uma das heranças indesejadas deixadas pelo pai dele; modernizar o país, que tinha muitos setores resistentes à mudança; evitar um golpe de estado, desestabilizando ainda mais a frágil situação política do país. Mas nada se comparava a conseguir a esposa perfeita para ser rainha: a princesa Stella, da vizinha Akathinia. Com ela ao lado, garantiria um aliado forte na estabilização do país; cessaria o clima instável na região.

- Só havia um problema: ela o detestava com todas as forças. Não bastava tê-la rejeitado e humilhado alguns anos antes, ele teve participação direta na morte do irmão mais velho dela, Athamos. Ela não estava a fim de aceitar e Kostas precisou apelar para o desejo dela de fazer a diferença para melhor no mundo.

- Stella não queria ser um joguete político, ainda mais por um homem contra quem tinha ressalva. Ela exigiu que tivesse poder e não queria ser uma figura decorativa. E sabia que estava em campo minado por ser a princesa do país vizinho com quem as relações estavam tensas.

- O que me incomodou foi ver que quase o tempo todo Kostas queria que Stella se desarmasse contra ele, cobrava um voto de confiança, que ela aceitasse ter intimidade com ele, sob o pretexto da obrigação de dar um herdeiro ao trono. Ele gostou de perceber que os sentimentos dela sobre ele eram confusos. E o que ele dá em contrapartida? Quase nada. Um exemplo: ele se recusa a ouvir os conselhos políticos dela – só quando foi avisado de que o plano dele não estava funcionando a contento e mesmo assim ainda precisou da “validação” de outro homem. 

- Ah, mas você vai lembrar que ele está lidando com a “culpa de sobrevivente”. Sim, entendo, no entanto, existe terapia para isso. Ele encarou o país e a abordagem “sentimental impenetrável” à esposa como suas penitências por não ter conseguido impedir o pai de agir de modo ditatorial e pelo envolvimento na morte de Athamos. Claro que ele vai mudar de ideia, mas o que me estressou foi ele exigir de Stella o que não queria dar porque repetia que não sabia amar. E mesmo assim queria que ela concordasse em ser tratada assim.

- A sorte dele é que Stella é uma joia. Uma princesa destemida que sabe usar o próprio papel pelo bem do povo. Uma mulher que teve a coragem de enfrentar os próprios fantasmas, de admitir suas falhas e rever conceitos, de cobrar respostas e de assumir posturas. Já estava de olho nela desde o primeiro livro da série e Stella não me decepcionou. Ainda bem que Kostas descobriu – antes que fosse tarde demais –  como valorizar a esposa que correu atrás para conseguir levar ao altar.

Romances & Reinados
1 – Um Príncipe Arrogante Carrying the King’s Pride – Sofia Ramirez e Nikandros Constantinides
2 – Uma princesa em apuros Claiming the Royan Innocent – Aleksandra Dimitriou e Aristos Nicolades
3 – A princesa rebelde - Marrying Her Royal Enemy – Stella Constantinides e rei Kostas Laskos

                                
Bacci!!!

Beta

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