sexta-feira, fevereiro 14, 2020

Ciao!

Disponível na Amazon 

Este livro faz parte da Meta de Leitura 2020 

“Eu vou ser a mulher mais feliz do mundo no dia em que eu me casar” (SILVA, Maggie May. 2015)


Pode não parecer, mas é uma história bem legal para o Dia de São Valentim!
  
O Pulo da Gata – Fernanda França – Essência
(2015)
Personagem: Maggie May Silva e a obsessão em subir ao altar

Maggie May quer se casar. Mais do que qualquer outra coisa na vida. A situação chegou ao ponto de ela se apaixonar após duas semanas de conversa virtual com Felipe. E mesmo não o encontrando pessoalmente no dia marcado, e conhecendo Eric no lugar, ela não desistiu da certeza de que agora era para valer, era amor para a vida inteira. O problema é que a vida é uma caixinha de surpresas...

Comentários:

- Durante cerca de metade do livro, a sanha casamenteira de Maggie May me deu nos nervos. Sério. Cada frase ou atitude dela em prol da obsessão por subir ao altar me fazia querer entrar no livro e dar uns gritos bem sinceros com ela. Não que eu fosse necessária, porque todos no entorno dela, incluindo a narração bem-humorada e sarcástica que conversa com a gente o tempo todo, recomendavam a sabedoria de que “prudência e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém”.

  
E o problema de procurarmos algo quando queremos muito encontrar, é não termos um filtro para a busca.  Podemos até achar que não é exatamente o que procurávamos, mas quando achamos um parecido, já encaramos a busca como encerrada. 
- Não me entenda mal. O sonho de se casar é algo muito legítimo. O problema de Maggie May é que ela não via mais nada além disso. Casamento é algo sério, parte de um projeto muito maior para a própria vida, e não a tábua de salvação para a recusa em trabalhar os sentimentos por trás disso. Não existe milagre exterior para confusões internas. O pior é que, beeeeeeeeeeem no fundo, ela sabe disso. Mas, mesmo assim, permanece firme, forte e teimosamente na ideia. A gente fica se perguntando o que terá que acontecer pra ela reavaliar os próprios conceitos. E, sim, o livro trará a resposta.


- Ela não está só. Além do pai, João Crisóstomo, da mãe, Jane, da madrasta Maria, das cinco irmãs, Lucy, Eleanor, Camila, Layla e Lígia, estão por perto as amigas-para-todas-as-horas (mesmo) Luiza e Vida; o casal de amigos Lico e Leca; e o recém-chegado Eric, que ela conheceu por engano no bar onde teria o primeiro encontro real com Felipe. Não faltam demonstrações de amor não idealizado perto dela. E de relacionamentos construídos com o tempo e o respeito. Em diferentes proporções, todos irão acompanhá-la e ajudá-la nos altos e baixos do percurso.

- Entre as aventuras e desventuras de Maggie May na corrida rumo ao altar, ainda dá tempo para termos referências a outras personagens da Fernanda. Melissa Moya eu sei quem é, mas ainda não li a história da Blanda. Acho legal esse diálogo com outros livros. Atiça mentes curiosas como a minha. E ao também citar a mitologia das Plêiades, me lembrou da série da Lucinda Riley.


Arrivederci!!!

Beta

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