sábado, novembro 28, 2020

Ciao! 

Disponível na Amazon 

* A mesma história também foi lançada como Legado de Surpresa no Paixão 379 *


De: Roberta
Para: Freya
Recadinho rápido, colega!

Fruto da Paixão – Chantelle Shaw – Paixão 238 
(The frenchman’s marriage demand – 2007 – Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Freya Addison e Zac Deverell 

Após um acidente de carro, Freya estava se recuperando no hospital quando percebeu que Zac Deverell estava de volta à sua vida. E ainda por cima irritado ao ser acusado publicamente pela avó dela de ser o pai da pequena Aimee. Agora, para salvar a reputação, ele decidiu que seria feito um teste de paternidade. O resultado determinaria a verdade e qual o rumo que deveriam tomar nas vidas.
 

Comentários: 

- Confesso que a minha Rihanna interior passou um bom tempo – e muitas páginas – exercitando o rom pom pom pom em Zac. A forma como ele tratou Freya, ainda fragilizada após um acidente no hospital, não foi o melhor cartão de visitas para quem está lendo. Ainda mais depois de anos lendo histórias com a mesma base, alguém como eu tem a forte intuição do que vai acontecer. 

- Vamos lá, quase três anos antes, Freya foi trabalhar no iate de Zac Deverell, em Mônaco. Houve interesse. Começaram a ter um relacionamento, que terminou quando ela anunciou que estava grávida. Ele a acusou de tê-lo traído e expulsou de casa. 

- Ela voltou para a Inglaterra, batalhou para cuidar de si mesma, teve a filha sozinha e era responsável por Aimee, de 18 meses. Foi após um acidente de trânsito que Zac, irritadíssimo por ter sido exposto como o pai da garotinha, invadiu a vida. Assim que ela teve alta, levou ambas para Mônaco onde poderia providenciar um teste de paternidade. Ele tinha certeza de que isso comprovaria a mentida dela. Freya sabia que não seria esse o resultado. 

- Zac me irritou quase que o livro inteiro, porque só via um jeito de fazer qualquer coisa: o dele. Maltratou e humilhou Freya várias vezes por conta de uma suposta traição. Ao mesmo tempo, não hesitou em usar a atração sexual que havia entre eles. Em uma dessas cenas íntimas, tive a sensação de que ele passou dos limites aceitáveis. E isso me incomodou ainda mais. 

- E quando você pensa que Zac pode criar juízo, ele tira um absurdo da cartola atrás do outro. Não se importa com a forma como Freya reage às situações, porque tudo tem que ser como ele quer. Não tem como gostar de um cara assim. 

- A autora até reservou uma trama redenção para ele, perto do final. Ela detalha um ponto que havia citado em outros momentos do livro, pra convencer a gente de que Zac não era tão suprassumo do balacobaco assim. Preferia que ele tivesse sido um pouco mais humano e menos egoísta ao longo da história, né? 

Sei que pessoas que não se sentiram amadas e cuidadas, como Freya, às vezes, aceitam qualquer possibilidade onde acreditam que poderão encontrar o amor que tanto gostariam de ter. Ela merecia alguém capaz de ser este homem na vida dela. E eu não sou Freya, portanto, me reservo ao direito de não querer um desses na minha vida.  


Arrivederci!!!

Beta
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